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Última actualización web: 17/05/2022

Educación en salud aplicada a la psicología hospitalar pediátrica

Autor/autores: Ana Paula Santos de Medeiros
Fecha Publicación: 22/12/2015
Área temática: Psicología general .
Tipo de trabajo:  Conferencia

RESUMEN

El consenso define educación en salud como cualquier combinación de experiencias de aprendizaje delineadas con vistas a facilitar acciones voluntarias conducentes a la salud. Valiéndose de ese concepto fue originado en 2009 el proyecto Educación en Salud: el Empoderamiento del Acompañante como Promoción a la Salud en la Unidad Pediátrica del hospital Universitario Ana Bezerra que visa promover salud con acciones interdisciplinarias educativas junto a niños hospitalizados y sus acompañantes, transformándolos en agentes de continuidad de la asistencia, promotores de prevención de enfermedades y reproductores de hábitos saludables.

El objetivo de ese trabajo es relatar la actuación de la psicología en tal proyecto, donde actúan siete profesiones y cuenta con tres modalidades de psicólogos: post-graduandos, asistenciales y tutores. Los encuentros y sus evaluaciones semanales duran cerca de 30 minutos cada uno. El contenido abordado prima por la exposición didáctica a adultos y niños. Además de explicaciones y discusiones, se hace uso de piezas teatrales, títeres, tarjetas con imágenes, vídeos, actividades pregunta-respuesta y juegos dirigidos. La actuación de la psicología permite abordar temáticas cómo: alteraciones infantiles de comportamiento frente a la hospitalización, desarrollo psicológico infantil, derechos y deberes del niño, y ansiedades y problemáticas emergidas por la hospitalización. En la oportunidad, los participantes establecen/fortalecen la alianza terapéutica e intercambian conocimientos y experiencias resolutivas, optimizando recursos para enfrentamiento de conflictos internos y externos. Por otro lado, el trabajo multiprofesional se muestra rico al considerar el individuo de forma ampliada. Como negativo, se resalta la rotación de los participantes, característica del ambiente hospitalario.

Palabras clave: psicología

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EDUCACIÓN EN SALUD APLICADA A LA PSICOLOGÍA HOSPITALAR PEDIÁTRICA
EDUCAÇÃO EM SAÚDE APLICADA À PSICOLOGIA HOSPITALAR PEDIÁTRICA
HEALTH EDUCATION APPLIED TO PEDIATRIC HEALTH PSYCHOLOGY
Medeiros, Ana Paula Santos de*; Maia, Eulália Maria Chaves Maia**
* Psicóloga Residente do Departamento de Psicologia do Hospital Universitário Ana Bezerra,
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal-RN, Brasil.
** Psicóloga, professora do Curso de Graduação em Psicologia, dos Programas de Pós-Graduação
em Psicologia e em Ciências da Saúde, tutora da Residência Integrada Multiprofissional em Saúde e
líder do Grupo de Estudos: Psicologia e Saúde na Universidade Federal do Rio Grande do Norte,
Natal-RN, Brasil.
apsm85_psi@yahoo.com.br

RESUMEN:
El consenso define educación en salud como cualquier combinación de experiencias de
aprendizaje delineadas con vistas a facilitar acciones voluntarias conducentes a la salud. Valiéndose
de ese concepto fue originado en 2009 el proyecto Educación en Salud: el Empoderamiento del
Acompañante como Promoción a la Salud en la Unidad Pediátrica del Hospital Universitario Ana
Bezerra que visa promover salud con acciones interdisciplinarias educativas junto a niños
hospitalizados y sus acompañantes, transformándolos en agentes de continuidad de la asistencia,
promotores de prevención de enfermedades y reproductores de hábitos saludables.
El objetivo de ese trabajo es relatar la actuación de la psicología en tal proyecto, donde actúan
siete profesiones y cuenta con tres modalidades de psicólogos: post-graduandos, asistenciales y
tutores. Los encuentros y sus evaluaciones semanales duran cerca de 30 minutos cada uno. El
contenido abordado prima por la exposición didáctica a adultos y niños. Además de explicaciones y
discusiones, se hace uso de piezas teatrales, títeres, tarjetas con imágenes, vídeos, actividades
pregunta-respuesta y juegos dirigidos. La actuación de la Psicología permite abordar temáticas
cómo: alteraciones infantiles de comportamiento frente a la hospitalización, desarrollo psicológico
infantil, derechos y deberes del niño, y ansiedades y problemáticas emergidas por la hospitalización.
En la oportunidad, los participantes establecen/fortalecen la alianza terapéutica e intercambian
conocimientos y experiencias resolutivas, optimizando recursos para enfrentamiento de conflictos
internos y externos. Por otro lado, el trabajo multiprofesional se muestra rico al considerar el
individuo de forma ampliada. Como negativo, se resalta la rotación de los participantes,
característica del ambiente hospitalario.

INTRODUÇÃO
O trabalho com educação em saúde é inerente a todas as práticas desenvolvidas no âmbito
do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil e deve constituir parte essencial na promoção de saúde
e na prevenção de doenças, mas também, pode fornecer subsidio para o tratamento precoce e
eficaz de doenças, minimizando o sofrimento e incapacidade. Dito de outra forma, Candeia (1) traz
consenso define educação em saúde como quaisquer combinações de experiências de aprendizagem
delineadas com vistas a facilitar ações voluntárias conducentes à saúde.
Nesse sentido, torna-se necessário retomar ao princípio de integralidade do SUS no que diz
respeito tanto à atenção integral em todos os níveis do sistema quanto à integralidade de saberes,
práticas,vivências e espaços de cuidado (2).

Nessecenário, insere-se a importância do desenvolvimento de ações educativas em saúde numa perspectiva dialógica, emancipadora,
participativa, criativa e que promovam a autonomia dos profissionais e dos usuários (2). O trabalho
multiprofissional se faz importante na medida em que pode compreender todas as necessidades e os
direitos do paciente como indivíduo. Trata-se de uma particularidade de trabalho ressaltada e
preconizada pelo Ministério da Saúde em seus cadernos(3, 4).
O desafio do trabalho multiprofissional volta-se a pensar nas novas gerações de profissionais
de saúde e em suas práticas, em busca da humanização do cuidar de forma universalista, integrada
e de boa qualidade. Nesse sentido, cada vez mais profissões tem alcançado reconhecimento no
campo do cuidar, fazendo apontar profissões das áreas de conhecimento das ciências humanas para
uma interlocução com as ciências biomédicas.
O presente trabalho tem como premissa a junção dessas duas formas de atuação: a
educação em saúde e o trabalho da psicologia inserida na equipe multiprofissional. Sua justificativa
pode ser apresentada considerando que os agravos que ocorrem na infância e frequentemente estão
relacionados ao déficit no autocuidado, à falta de conhecimento sobre alguns temas relacionados à
prevenção de agravos à saúde, ao enraizamento de questões socioculturais, a dificuldades de
adesão à terapêutica, bem como a dificuldades adaptativas inerentes ao processo saúde-doença.
A experiência a ser relatada refere-se ao projeto Educação em Saúde: o Empoderamento do
Acompanhante como Promoção à Saúde na Unidade Funcional Pediátrica do Hospital Universitário
Ana Bezerra (HUAB), que propõe promover saúde ao realizar ações educativas de caráter
interdisciplinar junto a mães e acompanhantes de crianças internadas na clínica pediátrica,
transformando-os em agentes de continuidade da assistência prestada, promotores de prevenção de
doenças mais frequentes na comunidade e reprodutores de hábitos de vida saudáveis, contribuindo,
assim, para o crescimento e o desenvolvimento adequado de suas crianças (3, 5).
Sendo assim, o objetivo desse trabalho é relatar a atuação da psicologia em projeto referido
anteriormente, onde atuam sete profissões e conta com três modalidades de psicólogos: pósgraduandos, assistenciais e tutores.

RELATO DE EXPERIÊNCIA
O projeto aqui referido foi originado em 2009 com o intuito de criar oportunidades para o
trabalho multidisciplinar da equipe que compõe a Residência Integrada Multiprofissional em Saúde
Materno-Infantil do HUAB, de forma que esta atue como educadora em saúde, pondo em prática os
conhecimentos adquiridos em sala de aula a partir do entendimento do processo saúde/doença
como multideterminado(6). Hoje, a equipe responsável pelos encontros é composta por Psicólogos,
Enfermeiros, Fisioterapeutas, Nutricionistas, Assistentes Sociais e Farmacêuticos. Os encontros e
suas avaliações ocorrem semanalmente e duram cerca de 30 minutos cada. O cenário escolhido foi
uma área em comum no ambiente do setor de pediatria do hospital. Antes do início de cada
encontro, os pacientes e seus acompanhantes são convidados a participarem do momento. Os
conteúdos abordados seguem um rodízio de profissões e prima pela exposição multidisciplinar e
didática do conteúdo, de forma que este possa ser apreendido tanto pelo adulto quanto pela
criança(7). São exemplos de temas: agentes causadores de doenças respiratórias, regras e limites na
infância, alimentação saudável, alterações comportamentais comuns na criança e no adolescente
hospitalizado, higiene dos alimentos, higienização corporal e normas e rotinas hospitalares. A
atuação da psicologia permite inserir-se principalmente em temáticas como:
alterações comportamentais infantis frente à hospitalização, desenvolvimento psicológico infantil, direitos e
deveres da criança, e ansiedades e problemáticas emergidas pela hospitalização. Para tanto, além
de explanações e discussões sobre os temas, faz-se uso de peças teatrais, fantoches, vídeos,
atividades de pergunta e resposta, jogos e brincadeiras.

DISCUSSÃO
Na oportunidade da prática, pode-se perceber a importância dos encontros. Os participantes
interagem, trocam experiências resolutivas e conhecimentos. Assim, a psicologia contribui para o
desenvolvimento adequado das crianças ao ressalvar fatores psicológicos associados ao processo
saúde-doença. Além disso, o trabalho multiprofissional se mostra rico na proposta de considerar o
indivíduo de forma ampliada(6). Quando comparado a outras experiências de educação em saúde
voltadas também a crianças(8,5), observa-se, através de relatos dos profissionais envolvidos, que
este projeto produz resultados convergentes, como a evolução na aproximação do profissional e a
formação de vínculo de confiança, permitindo melhorar aspectos da saúde e da qualidade de vida da
criança, além de promover conhecimento, autonomia e melhor qualidade de vida às crianças e suas
famílias. Como limitação, ressalta-se a rotatividade dos participantes do grupo, pois como as
internações nem sempre se mantém por mais de oito dias, a abordagem pode exercer caráter
ocasional.

CONCLUSÃO
Por fim, é importante ressaltar que tal experiência resulta de um esforço conjunto, senão
multidisciplinar, de boa aceitação da equipe, dos pacientes e de seus acompanhantes. Os benefícios
não somente direcionam-se a favorecer o público alvo, empoderando-os de conteúdos direcionados
à sua saúde sua hospitalização, mas também enriquece o processo educativo da equipe de saúde,
que passa a observar o paciente de forma cada vez mais complexa.

REFERÊNCIAS
1. Candeias, MF. Conceitos de educação e de promoção em saúde: mudanças individuais e
mudanças organizacionais/The concepts of health education and promotion-individual
and organizational changes. Rev. Saúde Pública, 31 (2): 209-13, 1997.
2. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Caderno de
Educação Popular e Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas Estratégicas. Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução
da Mortalidade Infantil ­ Brasília: Ministério da Saúde, p. 1-49, 2004.
4. Maia, JA. Ações da Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução
da Mortalidade Infantil pelo olhar do Profissional da Atenção Básica. Dissertação de Mestrado em
Saúde Coletiva. Fortaleza, 2010.
5. Cardoso, DH, Leichtweis, BF. Educação em Saúde: Incentivando o autocuidado de crianças
em uma unidade de tratamento pediátrico. Anais do XVI Congresso de Iniciação Científica da UFPel,
2007.
6. Teixeira, E. Reflexões sobre o Paradigma Holístico e Holismo e Saúde. Ver. Escola de
Enfermagem USP. São Paulo, v. 30, n. 2, ago. 1996.

Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S008062341996000200008&Ing=pt&nrm=iso>.
7. Dias, VP, Silveira, DT, Witt, RR. Educação em Saúde: O Trabalho de Grupos em Atenção
Primária. Revista de APS, v. 12, n. 2, p.221-227, abr/jun. 2009.
8. Queiroz, MV, Jorge, MS. Estratégias de educação em saúde e a qualidade do cuidar e
ensinar em pediatria: a interação, o vínculo e a confiança no discurso dos profissionais. Interface
(Botucatu), 2006. v.10, n.19, pp. 117-130. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S141432832006000100009.

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