Última actualización web: 16/06/2021

Bienestar subjetivo en embarazadas con edad avanzada.

Autor/autores: Welyton Paraíba da Silva Sousa
Fecha Publicación: 01/03/2013
Área temática: Psicología general .
Tipo de trabajo:  Comunicación

RESUMEN

En el Brasil, 10% de las mujeres embarazadas deciden por el embarazo con edad de 35 años o más (embarazo en edad avanzada), en Natal (RN) ese índice es de aproximadamente 11% (SINASC, 2009). Esa investigación buscó centrarse en los aspectos positivos del fenómeno, como el Bienestar (BS) a través de un estudio transversal con una muestra representativa de los distritos administrativos de Natal (RN). Aquí se presentan las participantes de los distritos Este y Oeste (36 embarazadas). Los instrumentos utilizados fueron un cuestionario estructurado (información socio-demográfica y antecedentes gestacionales) y la escala de Bienestar Subjetivo.

En lós resultados la media de edad de las embarazadas com edad avanzada fue 37, 2 años, 50% completó la escuela secundaria, el 30% no tenía ingresos. La profesión doña de casa apresentó mayor incidencia (30, 5%). La mayoría no planeó el embarazo (72, 2%). La media de los afectos positivos fue de 64, 8; de los efectos negativos fue 53; y de la satisfacción con la vida (46, 5). Estos resultados del BS sugieren que las mujeres embarazadas con edad avanzada también tienen aspectos positivos. Este estudio trae otro punto de vista al abordar el aspecto psicológico de bienestar subjetivo, y no centrarse sólo en los posibles riesgos de los embarazos resultantes de edad avanzada.

Palabras clave: Bienestar subjetivo, Embarazo en edad avanzada, Perfil

-----
VOLVER AL INDICE

Url corta de esta página: http://psiqu.com/1-4771

Contenido completo: Texto generado a partir de PDf original o archivos en html procedentes de compilaciones, puede contener errores de maquetación/interlineado, y omitir imágenes/tablas.

BIENESTAR SUBJETIVO EN EMBARAZADAS CON EDAD AVANZADA

BEM-ESTAR SUBJETIVO EM GESTANTES TARDIAS

SUBJECTIVE WELL-BEING IN ADVANCED AGE PREGNANT WOMEN

Maria Aurelina Machado de Oliveira1

Kadidja Suelen de Lucena Santos2

Julianne Dantas de Oliveira Pimentel3

Welyton Paraíba da Silva Sousa4

George Dantas de Azevedo5

Eulália Maria Chaves Maia6

RESUMEN

En el Brasil, 10% de las mujeres embarazadas deciden por el embarazo con edad de 35 años o más (embarazo en edad avanzada), en Natal (RN) ese índice es de aproximadamente 11% (SINASC, 2009). Esa investigación buscó centrarse en los aspectos positivos del fenómeno, como el Bienestar (BS) a través de un estudio transversal con una muestra representativa de los distritos administrativos de Natal (RN). Aquí se presentan las participantes de los distritos Este y Oeste (36 embarazadas). Los instrumentos utilizados fueron un cuestionario estructurado (información socio-demográfica y antecedentes gestacionales) y la escala de Bienestar Subjetivo. En lós resultados la media de edad de las embarazadas com edad avanzada fue 37, 2 años, 50% completó la escuela secundaria, el 30% no tenía ingresos. La profesión doña de casa apresentó mayor incidencia (30, 5%). La mayoría no planeó el embarazo (72, 2%). La media de los afectos positivos fue de 64, 8; de los efectos negativos fue 53; y de la satisfacción con la vida (46, 5). Estos resultados del BS sugieren que las mujeres embarazadas con edad avanzada también tienen aspectos positivos. Este estudio trae otro punto de vista al abordar el aspecto psicológico de bienestar subjetivo, y no centrarse sólo en los posibles riesgos de los embarazos resultantes de edad avanzada.

____________________________________

1 Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi), Pesquisadora voluntária do grupo de Estudo Psicologia e Saúde (GEPS), Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, Brasil.

2 Estudiante de Psicologia, Miembro de Iniciación Científica del grupo de Estudo Psicologia e Saúde (GEPS), Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal, RN, Brasil.

3 Estudiante de Psicologia, Miembro de Iniciación Científica del grupo de Estudo Psicologia e Saúde (GEPS), Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal, RN, Brasil.

4 psicólogo. Especialización en Salud Mental (FACINTEX/IBPEX).

5 Profesor Doctor, Departamento de Morfologia, Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCSa), Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, Brasil.

6 Profesora Doctora, Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCSa), Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, Brasil.

RESUMO

No Brasil, 10% das gestantes, optam por engravidarem com 35 anos ou mais (gravidez tardia), em Natal (RN) o índice aproximado é de 11% (SINASC, 2009). Essa pesquisa pretendeu focar aspectos positivos do fenômeno, como o bem-estar subjetivo (BES) através de um estudo transversal, com amostra representativa por distritos administrativos de Natal (RN). Aqui estão representadas as participantes dos distritos Leste e Oeste (36 grávidas). Os instrumentos utilizados foram: um Questionário estruturado (informações sociodemográficas e antecedentes gestacionais) e a escala de Bem-Estar Subjetivo. Nos resultados a média da idade das grávidas tardias foi de 37, 2 anos, 50% concluíram o ensino médio, 30% não tinham renda. A profissão Do lar apresentou maior incidência (30, 5%). A maioria não planejou a gravidez (72, 2%). A média dos afetos positivos foi 64, 8; dos afetos negativos foi 53; e da satisfação com a vida (46, 5). Esses resultados do BES sugerem que gestantes tardias também apresentam aspectos positivos. Esse estudo consiste em trazer outro olhar ao abordar o aspecto psicológico do bem-estar subjetivo, e não focar somente na idade ou possíveis riscos da gravidez decorrentes da faixa etária.

Palavras-chaves: gravidez tardia; perfil; bem-estar subjetivo.  

Palabras clave: embarazo en edad avanzada, perfil, bienestar subjetivo.

ABSTRACT

In Brazil, 10% of pregnant women choose to become pregnant at age 35 or older (advanced age), in Natal (RN) this index is approximately 11% (SINASC, 2009). This research sought to focus on positive aspects of the phenomenon, as the subjective well-being (SWB) through a cross-sectional study with a representative sample of the administrative districts of Natal (RN). Here are represented the Eastern and Western Districts participants (36 pregnants). The instruments used were a structured questionnaire (socio-demographic informations and previous pregnancies) and the Scale of Subjective Well-Being. Results in the average age of the advanced age pregnant women was 37. 2 years, 50% completed high school, 30% had no income. The profession housewife had a higher incidence (30. 5%). Most did not plan the pregnancy (72. 2%). The average positive affects was 64. 8; the negative affects was 53; and satisfaction with life (46. 5). These results of the BES suggest that advanced age pregnant women also have positive aspects. This study is to bring another view to address the psychological aspect of subjective well-being, and not focus only on the age or possible risks of pregnancy resulting from age.  

Keywords: advanced age pregnancy; profile; subjective well-being.

 

INTRODUÇÃO

Atualmente, as gestações após 35 anos são denominadas gestações tardias, segundo definição do Conselho da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia em 1958 1. A idade de 35 anos geralmente é utilizada como limite, principalmente em primigestas - mulheres que engravidam pela primeira vez -. Portanto, em torno dessa gestação, existem polêmicas, especialmente no que concerne a riscos pré, peri ou pós-natal para a mulher e para o bebê. A maioria dos estudos da área tem enfocado as consequências adversas observadas em mulheres com idade materna avançada2.

O estado do Rio Grande do Norte, com a porcentagem que apresenta de 9, 17% de nascidos vivos de mães com idade igual ou superior a 35 anos, está bem próximo da porcentagem do Brasil, que, de acordo com os dados preliminares do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) de 2008, é 9, 93%.

O nordeste, de acordo com os mesmos dados, ocupa o segundo lugar, no que concerne ao número de nascidos vivos por ocorrência em mulheres com idade a partir dos 35 anos, ficando atrás apenas da região sudeste. No Rio Grande do Norte, a realidade não se mostra diferente, pois na região nordeste ele ocupa o terceiro lugar, Sergipe ocupa o primeiro lugar e o Ceará, o segundo.

O quadro atual demonstra que muitas mulheres estão adiando sua gestação para a quarta ou quinta décadas para priorizar sua carreira, como em decorrência da busca de estabilidade financeira e parceiro estável, bem como devido (i) ao efetivo controle de natalidade; (ii) aos avanços na tecnologia da reprodução assistida; (iii) ao casamento adiado; (iv) às taxas aumentadas de divórcios seguidos de novas uniões; (v) às mulheres apresentarem maior nível de educação e; (vi) aos avanços na atenção à saúde, contribuindo dessa forma para o fato de a gestação em idade avançada ter se tornado cada vez mais frequente1, 3.

O bem-estar subjetivo (BES) corresponde a uma avaliação subjetiva que inclui medidas positivas, ou seja, não se trata somente de ausência de fatores negativos, ainda contempla uma avaliação globalizada dos vários aspectos da vida de uma pessoa4. Geralmente é estudado com base em duas dimensões, uma afetiva (afetos positivos e negativos) e outra cognitiva representada pela satisfação com a vida.

Os afetos positivos compreendem os estados de ânimo considerados positivos, tais como contentamento, alegria, prazer, otimismo, serenidade, esperança e encantamento. Enquanto os afetos negativos abarcam os sentimentos negativos, exemplificados por pessimismo, desinteresse, apatia, raiva, desesperança, medo, repulsa, tristeza e desgosto, ambos os tipos de afetos constituem sentimentos transitórios5.

Outra dimensão é a cognitiva representada pela satisfação com a vida e com domínios específicos. É caracterizada pelo que a pessoa pensa sobre sua própria vida (presente, passado e futuro), aspecto que considera o quanto o sujeito acredita já ter alcançado frente aos seus objetivos pessoais, logo pode ser compreendida como a avaliação global de uma pessoa sobre sua vida6. A partir dessas colocações ressalta-se que os objetivos deste estudo consistiram em caracterizar sociodemograficamente os grupos de gestantes pesquisadas e avaliar os indicadores dos afetos positivos, negativos e satisfação com a vida que representam o bem-estar subjetivo.

MÉTODO

Pesquisa de corte transversal referente à parte de uma pesquisa de mestrado que no total abordou 160 gestantes, sendo 80 tardias e 80 adultas jovens, porém aqui são expostos apenas os dados das tardias. Para participar do estudo era necessário ser gestante realizando pré-natal em Unidades de Saúde, sem a gravidez ser de alto risco. O tamanho amostral foi definido com base o número de nascidos vivos por idade da mãe com idade de 35 anos ou mais, utilizando-se o software GraphPad Statmate.

O estudo foi realizado em todos os distritos sanitários de Natal (RN), assim a amostra foi estratificada com base na porcentagem de nascidos vivos por idade da mãe com idade de 35 anos ou mais. A seleção das Unidades de Saúde foi feita com base na listagem SISPRENATAL optando por aquelas com maior número de gestantes tardias. Sobre a distribuição das gestantes por unidades de saúde no Distrito Sanitário Norte, foram necessárias 6 (cinco) Unidades de Saúde; no Distrito Sul, 4 (quatro); no Distrito Oeste 6 (seis); e no Distrito Leste 3 (três) Unidades de Saúde e 1 (uma) maternidade escola, pois algumas unidades estavam sem atendimento pré-natal.

No que concerne aos instrumentos e procedimentos, utilizou-se um questionário sociodemográfico com dados sobre idade, naturalidade, estado civil, religião, escolaridade, profissão, renda pessoal, período gestacional, número de gestações anteriores, uso e tipo de anticoncepcional e existência de aborto. Ainda aplicou-se a escala de Bem-estar Subjetivo, validada para o contexto brasileiro7. Ela é composta por 63 itens com respostas em escala Linkert, divididos em duas subescalas: 1ª contempla os afetos positivos e negativos são 47 itens; a 2ª os itens são distribuídos em 15 sentenças que se referem à satisfação com a vida.

Para analisar as informações obtidas através do questionário, às respostas referentes aos itens da parte sociodemográfica e sobre a gravidez foram digitadas no programa computacional Statistical Package for the Social Science (SPSS 18. 0), no intuito de caracterizar a amostra, isto é, as análises descritivas. Os dados são apresentados sob a forma de frequências, médias e/ou desvio padrão.

O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte com parecer Nº 235/2010, e respeitou todos os critérios éticos e operacionalização expostas no projeto submetido.  

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A respeito da idade a média foi 36, 99 anos (±2, 24). Predominou a origem ser do Estado do Rio Grande do Norte, a porcentagem foi de 87, 5%. Sobre a escolaridade a maior parte das pesquisadas afirmaram ter concluído o ensino médio (15 anos de estudo). No quesito renda, observou-se que mais de 50% das gestantes afirmaram ter uma renda menor que 1 salário mínimo e a segunda opção mais citada foi 1 salário.

A profissão mais citada fora a Do lar e a segunda, empregada doméstica.

Os dados acerca da idade materna está em consonância aos do censo de 2010 realizado pelo IBGE8 identificou mudanças na fertilidade da mulher brasileira, no qual destaca um incremento para os grupos acima dos 30 anos de idade em relação à taxa fecundidade ao comparar com os do censo de 2000. As gestantes pesquisadas apresentaram baixa escolaridade, sobre tal fato, estudos apontam a importância do grau de instrução como indicador do nível socioeconômico e da qualidade de vida9.

Outra variável abordada no questionário foi a renda pessoal, assim analisar este aspecto é importante visto que representa um indicador de saúde, já que menores condições econômicas remetem a uma maior restrição de acesso aos serviços de saúde, utilização de tecnologias adequadas e recursos de prevenção10. A existência da associação baixa qualificação e sobrecarga de funções domésticas proporcionam que as mulheres economicamente mais carentes em geral apresentem mais dificuldades em conseguir um emprego e manter-se empregadas em trabalho remunerado11.

Sobre o dados profissionais das gestantes conforme dados do IBGE (2010)8, a porcentagem de mulheres economicamente ativas que estão sem nenhuma ocupação nos anos de 2010 e 2011, são respectivamente, 54, 1% e 53, 7%, índices que estão em consonância com o fato da profissão Do lar ter sido a mais citada. Dessa forma, observa-se uma correlação entre a baixa escolaridade das entrevistadas e o tipo de ocupação a que se dedicam, conforme mencionado em estudo no qual as gestantes do setor público são em geral donas de casas 12.

Sobre o planejamento da gestação 67, 50% das participantes afirmaram não ter planejado e 26, 25% informaram que ambos (pai e mãe) haviam planejado. Ainda que o número de mulheres que adiam a gravidez para anos reprodutivos tardios esteja aumentando, muitas das gestações são ainda não intencionais ou não planejadas13. A cada ano, pelo menos 80 milhões de mulheres em todo o mundo experimentam a situação de ter uma gravidez não planejada. A ocorrência desse fenômeno é responsável por um risco adicional no número de abortamentos e, além do episódio em si, aumenta o risco de morbidade e mortalidade ligadas ao aborto14.

Sobre o Bem-estar Subjetivo a média dos afetos positivos foi 68, 98 (±13, 50), a dos afetos negativos 53, 58 (±20, 08) e a da satisfação com a vida 47, 54 (±4, 54). Pressupõe-se que esses resultados tenham um aspecto positivo, pois geralmente as gestantes tardias tendem a ser tratadas como gestantes de alto risco, especialmente na rede pública, e isso pode não está acontecendo na rede de atenção básica de saúde de Natal (RN), e mesmo sendo mulheres com mais de 35 anos que têm outros filhos, o Bem-estar Subjetivo encontra-se similar ao de jovens com condições econômicas parecidas.

Outra colocação é o fato de que já existem evidências de que recursos psicossociais como o BES são especialmente importantes para os resultados de saúde entre pessoas com baixo nível socioeconômico (por exemplo, baixa escolaridade). Além disso, indivíduos mais satisfeitos com sua vida e que experenciam mais emoções positivas, tendem a exercer numa base mais regular e relatam melhor autopercepção de saúde15.

Dessa forma, pode-se entender que estar satisfeito e sentir-se bem é indiscutivelmente importante, pois as implicações do BES alto têm efeitos no espectro mais amplo, devido à associação positiva com a esperança de vida, independentemente da idade, sexo, região, escolaridade, situação socioeconômica e saúde física, pois pessoas que relataram maior satisfação com a vida e afetos positivos tendem a viver mais tempo15.

CONSIDERAÇÕES

Como a gravidez tardia é um fenômeno que vem se tornando uma tendência mundial, destaca-se a necessidade de estudos ligados à gestante e sua faixa etária aquém de uma perspectiva negativa, à medida que se entende que a contextualização se origina de um cenário histórico-cultural permeado de mudanças, especialmente, no papel social da mulher e da escolha da mesma para a melhor época da sua vida para engravidar.

Este estudo tem fundamental importância, visto que aborda uma temática que apresenta um crescimento considerável no mundo – o aumento da idade gestacional feminina. Com os resultados, foi possível perceber a presença de gestantes com esse perfil em Natal-RN, e o quanto é essencial para a saúde pública o desenvolvimento de políticas de assistência, promoção de saúde e capacitação profissional para atender a esse público.

São necessários mais estudos com gestantes que visem a avaliar a qualidade de vida, pois os resultados deste estudo demonstram que, embora mulheres com 35 anos ou mais sejam conhecidas pelos índices maiores de riscos adversos decorrentes da gravidez, as características sociodemográficas e os valores do BES tem valores próximos à médica de cada indicador.

REFERÊNCIAS

1. Andrade PC, Linhares JJ, Martinelli S, Antonini M, Lippi UG, Baracat FF. Resultados perinatais em grávidas com mais de 35 anos: estudo controlado. Rev Bras Ginecol Obstet. [periódico na Internet]. out 2004; [acesso 29 nov 2011]; 26(9):697-701. Disponível em: http://www. scielo. br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032004000900004&lng=en

2. Montan S. Increased risk in the elderly parturient. Current opinion in Obstetrics & Gynecology [periódico na Internet]. 2007 [acesso em 2010 nov 03]; 19(2): 110-12. Disponível em: http://journals. lww. com/coobgyn/Abstract/2007/04000/Increased_risk_in_the_elderly_parturient. 3. aspx

3. Santos GHN, Martins MG, Sousa MS, Batalha SJC. Impacto da idade materna sobre os resultados perinatais e via de parto. Rev Bras Ginecol Obstet. [periódico na Internet]. jan-jul 2009; [acesso 29 nov 2011]; 31(7):326-34. Disponível em:

http://www. scielo. br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S010072032009000700002&lng=en

4. Diener E. El bienestar subjetivo. Intervención Psicosoc. 1994; 3(8):67-113.

5. Albuquerque AS, Tróccoli BT. Desenvolvimento de uma escala de bem-estar subjetivo. Psicol Teor Pesq. [periódico na Internet]. 2004 [acesso 26 dez 2011]; 20(2):153-64. Disponível em: http://www. scielo. br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S010237722004000200008&lng=pt&nrm=iso

6. Guedea, MTD, Albuquerque FJB, Tróccoli BT, Noriega JAV, Seabra MAB, Guedea RLD. Relação do bem-estar subjetivo, estratégias de enfrentamento e apoio social em idosos. Psicol Reflex Crit [periódico na Internet]. 2006 [acesso 26 dez 2011]; 19(2):301-8. Disponível em: http://www. scielo. br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S010279722006000200017&lng=pt&nrm=iso

7. Albuquerque AS; Tróccoli BT. Desenvolvimento de uma escala de bem-estar subjetivo. Psicologia: Teoria e Pesquisa. 2004; 20(2):153-64

8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo demográfico 2010: resultados preliminares. [acesso 16 nov 2011]. Disponível em:

http://www. ibge. gov. br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza. php?id_noticia=2018&id_pagina=1

9. Costa MCO, Santos BC, Souza KEP. , Cruz NLA. , Santana MC, Nascimento OC. . HIV/AIDS e sífilis entre gestantes adolescentes e adultas jovens: fatores de exposição e risco dos atendimentos de um programa de dst/hiv/aids na rede pública de saúde SUS [Versão eletrônica]. Revista Baiana de Saúde Pública; 2011, 35 (Supl 1).

10. Teixeira SVB, Rocha CR, Moraes DSD, Marques DM, Villar ASE. Educação em saúde: a influência do perfil sócio-econômico-cultural das gestantes. Rev Enferm. [periódico na Internet]. jan-mar 2010; [acesso 2 out 2011]; 4(1):133-41. Disponível em: http://www. ufpe. br/revistaenfermagem/index. php/revista/article/view/546/pdf_303

11. Parada CMGL; Tonete VLP. Experiência da gravidez após os 35 anos de mulheres com baixa renda. Esc. Anna Nery. 2009; 13(2):385-92.

12. Gomes PD, Zimmermmann JB, Oliveira LMB, Leal KA, Gomes ND, Goulart SM, et al . Contracepção hormonal: uma comparação entre pacientes das redes pública e privada de saúde. Ciênc Saúde Coletiva [periódico na Internet]. 2011; [acesso 10 nov 2011]; 16(5):2453-60. Disponível em: http://www. scielo. br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S14131232011000500014&lng=en.

13. Ventura SJ. , Abma JC. , Mosher WD, Henshaw SK. Estimated pregnancy rates by outcome for the United States, 1990-2004. National Vital Statistics reports, 2008; 56(15), 1-25, 28.

14. Prietsch SOM, González-Chica DA, Cesar JA, Mendoza-Sassi, RA. Gravidez não planejada no extremo Sul do Brasil: prevalência e fatores associados [Versão eletrônica]. Cad Saúde Pública, 2011; 27(10), 1906-1916.

15. Wiest M, Schüz B, Webster N. Subjective Well-Being and Mortality Revisited: Differential Effects of Cognitive and Emotional Facets of Well-Being on Mortality. Health Psychol, 2011; 30(6), 728–735. DOI: 10. 1037/a0023839

 

Comentarios de los usuarios



No hay ningun comentario, se el primero en comentar